Titulo: Meu nome não é Johnny
Autor: Guilherme Fiuza
Páginas: 336
Editora: Record
'Meu nome não é Johnny' é a biografia de João Guilherme Estrella, jovem bem-nascido da Zona Sul carioca que virou um mega fornecedor de drogas nos anos 90. Utilizando recursos ficcionais, Fiuza conta a saga de Estrella em ritmo de thriller.
Esse livro me chateou profundamente e até mesmo tirou meu gás para ler os outros livros do desafio deste mês. Eu estava tão empolgada em ler, baseada naquela capa com o Selton Mello e tudo o mais pensei: “Nossa, deve ser ótemo!” Errei feio!
Essa é só a minha opinião, mas pra mim de thriller não tem nada, apesar de levar até o final por querer muito saber o que aconteceria com o João, (não é Johnny, ok?) fui me arrastando pelo livro, com uma dificuldade enorme de entender aquele vai e vem todo ( a história tem muitos flashbacks, sem aviso!)
Ainda quero ver o filme, e ver se encontro na atuação do Selton a simpatia que me faltou na narração do Fiúza.
Fora isso, embora eu tenha simpatizado com o João, apesar dos pesares, se eu me levasse apenas pelo livro e pelas poucas falas de João recheadas de palavrões e “f@d@cês”, jamais encontraria as emoções do homem João por trás das palavras descritas no livro, é preciso fazer um esforço sobrecomum pra não ficar com uma imagem de um João totalmente alienado do mundo, totalmente sem noção!
É claro que e uma biografia, não dá pra querer que o autor inventasse um monte de detalhes pra que o “quase bandido” se torne um estereótipo atraente, mas penso que ele poderia ter explorado um lado mais humano do João, buscado mais frases dele que não se resumissem a um palavrão...enfim.
Quero deixar claro que o livro não é de todo ruim, as partes históricas que ele vai narrando paralela a vida de João, é muito pertinente. Porem não gosto deste estilo, não quero dizer que o livro não é bom, somente não simpatizo com a escrita que valoriza palavrões e bandidagem e dá pouca ênfase na regeneração
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sumida Assumida!
Oi gente, pois então, ando bastante sumida, por vários motivos, o tempo ta curto demais pro tanto de coisas que tenho me empenhado em fazer. O desafio literário de janeiro ficou quase como se eu não houvesse participado, mas quero deixar bem claro aqui que participei, sim! E consegui até mesmo concluir 50% do que me foi proposto, só não consegui fazer as resenhas a tempo...portanto fico devendo, mas esse mês ainda eu concluo essa etapa, ok?
E Vamos que vamos...tentando retornar ao normal!!
E Vamos que vamos...tentando retornar ao normal!!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Livro I -A terra dos meninos pelados
Titulo: A Terra dos Meninos Pelados
Autor: Graciliano Ramos
Páginas: 84
Editora : Record
Resumo: Este livro conta a história um menino chamado Raimundo, que era careca e tinha um olho azul e outro preto. Por ser considerado estranho, seus vizinhos não falam com ele e o apelidam de Raimundo Pelado. Por não ter amigos começa a falar sozinho, e criar um país chamado Tatipurun, onde as pessoas têm um olho preto e outro azul, e onde não existem cabelos.
Uma estoria de extrema imaginação, encanto e magia. Quem nunca teve amigos imaginários e que nunca criou mundos encantados que atire a primeira pedra!
Quem diria que Graciliano Ramos em 1937 já escreveria uma história falando sobre Bullying.
Achei encantadora, apesar de meio sem sentido pra minha mente um pouco sem criatividade. Mas quem disse que literatura infantil precisa de sentido? Ela precisa é de imaginação.
Autor: Graciliano Ramos
Páginas: 84
Editora : Record
Resumo: Este livro conta a história um menino chamado Raimundo, que era careca e tinha um olho azul e outro preto. Por ser considerado estranho, seus vizinhos não falam com ele e o apelidam de Raimundo Pelado. Por não ter amigos começa a falar sozinho, e criar um país chamado Tatipurun, onde as pessoas têm um olho preto e outro azul, e onde não existem cabelos.
Uma estoria de extrema imaginação, encanto e magia. Quem nunca teve amigos imaginários e que nunca criou mundos encantados que atire a primeira pedra!
Quem diria que Graciliano Ramos em 1937 já escreveria uma história falando sobre Bullying.
Achei encantadora, apesar de meio sem sentido pra minha mente um pouco sem criatividade. Mas quem disse que literatura infantil precisa de sentido? Ela precisa é de imaginação.
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